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AstraZeneca e Oxford querem uso emergencial de vacina contra covid-19 no Brasil

A Universidade de Oxford e a empresa farmacêutica AstraZeneca submeterão à Anvisa os resultados preliminares de sua vacina contra o novo coronavírus pedirão autorização para o uso emergencial do imunizante no Brasil. Uma análise preliminar comprovou até 90% de eficácia do produto contra o Sars-CoV-2. 


A vacina é a 4º no mundo com resultados preliminares de eficácia apresentados, porém é a única com acordo fechado junto ao governo federal para compra e distribuição no Brasil. 

Se for aprovada pela Anvisa, a vacina deve chegar ao país já em janeiro do próximo ano. Com a transferência de tecnologia acordada entre governo brasileiro e Oxford/AstraZeneca, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve iniciar a produção do imunizante. 

A coordenadora nacional dos ensaios clínicos da vacina de Oxford, Sue Ann Costa Clemens, afirma que a dosagem aplicada na população deve ser igual à que demonstrou a mais alta eficácia constatada nas pesquisas: meia dose na primeira aplicação, e uma dose inteira na segunda. 

Ainda segundo Costa Clemens, o preço da vacina de Oxford é o mais baixo entre todos os imunizantes eficazes já conhecidos: US$ 3 dólares a dose. Além disso, ela consiste em uma versão enfraquecida de um vírus do resfriado comum, técnica que já é usada em outras vacinas e que não requer refrigeração em freezers, tonando mais acessível a logística de distribuição e armazenamento. 

"Em qualquer sistema de saúde no mundo você tem essas geladeiras. É uma notícia muito boa, porque se trata de uma vacina de fácil acesso", afirma. "A outra coisa superimportante é que temos uma indicação precoce, já que os dados são preliminares, de que a vacina poderia reduzir a transmissão do vírus, não só protegendo contra a doença, mas impedindo a infecção. Aí você está ajudando realmente a parar a pandemia", completa a coordenadora.

O Globo
Twitter: @Leitura_M

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