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Dólar bate recorde pelo 3º dia consecutivo e fecha a R$ 4,26, porém segue com juros baixos

O dólar subiu 0,44% nesta 4ª feira (27.nov.2019) e fechou aos R$ 4,259, o maior valor nominal da história do real, iniciada em 1994. Este foi o 3º pregão consecutivo em que o câmbio bate recorde.


O Banco Central fez intervenção por volta de 12h30, vendendo a moeda norte-americana no mercado à vista. Os valores não foram informados. Na 3ª feira (26.nov.2019), a autoridade monetária já havia realizado leilões para evitar o aumento do dólar.

Depois do fechamento do mercado desta 3ª feira, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que havia disfuncionalidade no câmbio brasileiro, que se desvalorizou mais do que outras moedas. De acordo com ele, a autoridade monetária vai atuar no mercado cambial quando houver movimentos atípicos.

Em viagem a Washington na 2ª feira (25.nov.2019), o ministro Paulo Guedes (Economia) declarou que é normal o dólar estar acima de R$ 4 enquanto que os juros brasileiros estão baixos. Na prática, ele justificou que há uma diferença menor entre as taxas cobradas em países desenvolvidos.

Significa dizer que os recursos especulativos de investidores internacionais pode estar sendo usados para aplicar nos países com estrutura econômica mais robusta que o Brasil, já que os juros brasileiros estão baixos. No ano, o dólar acumula alta de 9,92%. Em novembro, a elevação foi de 6,2%.
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Twitter: @Leitura_M

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